A audiometria avalia a capacidade auditiva, medindo a percepção de sons em diferentes frequências e intensidades.
O paciente usa fones de ouvido em uma cabine acústica e responde a estímulos sonoros ou repete palavras, permitindo ao profissional avaliar os níveis de audição.
Não é necessário preparo prévio. O paciente deve evitar exposição a ruídos intensos nas 24 horas anteriores para garantir resultados precisos.
A imitanciometria avalia a mobilidade do tímpano e das estruturas do ouvido médio, ajudando a diagnosticar alterações como otites ou disfunções da tuba auditiva.
Um pequeno dispositivo é inserido no canal auditivo para emitir sons e medir a resposta do tímpano à pressão e estímulos sonoros.
Não é necessário preparo específico, mas o canal auditivo deve estar limpo de cerúmen.
O BERA (Exame do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico) avalia a atividade elétrica do nervo auditivo e do tronco encefálico em resposta a estímulos sonoros.
Eletrodos são colocados na cabeça do paciente, que ouve estímulos sonoros enquanto os sinais elétricos gerados são registrados.
Recomenda-se evitar cafeína no dia do exame. Em alguns casos, pode ser necessário sedar crianças para mantê-las imóveis.
O exame verifica a resposta das células ciliadas externas da cóclea a estímulos sonoros, sendo usado principalmente para triagem auditiva neonatal.
Uma sonda é inserida no canal auditivo para emitir sons e captar as respostas geradas pela cóclea.
Não é necessário preparo. É importante que o ambiente esteja silencioso e que o paciente esteja em repouso ou dormindo, no caso de recém-nascidos.
O VENG avalia o funcionamento do sistema vestibular, responsável pelo equilíbrio, por meio da análise de movimentos oculares involuntários (nistagmo).
Eletrodos ou óculos especiais registram os movimentos oculares enquanto o paciente realiza estímulos visuais, de posição ou de ar quente/frio no ouvido.
Evitar ingestão de álcool, cafeína e medicamentos sedativos nas 48 horas anteriores ao exame.
O exame V-HIT (Teste de Impulso Cefálico com Vídeo) avalia o reflexo vestíbulo-ocular para diagnosticar alterações no equilíbrio e na função do labirinto.
Óculos com sensores registram os movimentos oculares enquanto a cabeça do paciente é movimentada rapidamente em diferentes direções.
Não é necessário preparo prévio.
A polissonografia avalia os padrões do sono e identifica distúrbios como apneia do sono.
O paciente dorme conectado a sensores que monitoram atividades cerebrais, respiratórias, cardíacas e musculares durante a noite.
Evitar álcool, cafeína e medicamentos sedativos no dia do exame.
Examina a cavidade nasal e a nasofaringe, permitindo a avaliação de adenoides, obstruções e outras alterações anatômicas.
Um endoscópio flexível é introduzido pelo nariz para visualizar a área em tempo real.
Pode ser necessário aplicar um anestésico local no nariz para maior conforto.
O exame avalia a vibração das cordas vocais durante a fala, ajudando a identificar lesões e alterações funcionais.
Uma câmera acoplada a um endoscópio registra os movimentos das cordas vocais enquanto o paciente emite sons específicos.
Evitar uso de substâncias irritantes, como álcool ou cigarro, antes do exame.
Esse exame avalia o processo de deglutição para identificar alterações que podem causar dificuldade para engolir.
O paciente ingere alimentos ou líquidos contrastados enquanto são feitos registros de raios X em tempo real.
É necessário jejum de 4 a 6 horas antes do exame.
Avalia a audição em frequências superiores às utilizadas na audiometria convencional, detectando alterações precoces.
Semelhante à audiometria convencional, o paciente responde a estímulos sonoros de altas frequências.
Não é necessário preparo específico.
A acufenometria avalia a intensidade e a frequência do zumbido percebido pelo paciente, ajudando no diagnóstico e tratamento.
O paciente compara o zumbido percebido com os sons emitidos por um equipamento especializado para determinar suas características.
Não é necessário preparo prévio.
Avalia como o cérebro processa os sons recebidos, identificando dificuldades que podem afetar a compreensão da fala.
O paciente responde a estímulos sonoros específicos apresentados em um ambiente controlado, avaliando habilidades como localização sonora e discriminação de sons.
Não é necessário preparo, mas o paciente deve estar descansado para melhor desempenho no exame.
A Otorrino Rio Preto nasceu da união de quatro médicos especialistas em Otorrinolaringologia, cada um com atuação em áreas específicas. Juntos, eles formaram um centro dedicado ao cuidado completo, integrando conhecimento técnico e experiência em diferentes focos, como audição, equilíbrio, estética facial, ronco, apneia e muito mais. Essa abordagem permite oferecer diagnósticos precisos e tratamentos personalizados, garantindo excelência e resultados que atendem às necessidades de cada paciente.
CRM/SP 180.092 | RQE 77962
CRM/SP 121.286 | RQE 64309
CRM/SP 102.940 | RQE 61146
CRM/SP 140.808 | RQE 64324
CRM/SP 94816 | RQE nº 102179
Na Otorrino Rio Preto, acreditamos que cada paciente merece um atendimento personalizado e acolhedor. Nossa equipe é formada por médicos especializados em diferentes áreas da otorrinolaringologia, sempre prontos para oferecer o melhor cuidado possível. Combinamos experiência, tecnologia e dedicação para ajudar você a viver com mais saúde e qualidade de vida.